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Tudo sobre Nicolás Maduro

Trump intensifies threats against Maduro amid rising tensions

O presidente americano, Donald Trump, fez ameaças ao ditador venezuelano, Nicolás Maduro, em meio ao aumento das tensões entre os EUA e Caracas. Durante uma declaração à imprensa, Trump afirmou que a presença militar dos Estados Unidos na América do Sul nunca foi tão significativa e que, caso Maduro atuasse de forma agressiva, isso poderia ser sua última chance. Além disso, o governo Trump trabalha em estratégias para o futuro da Venezuela após a saída de Maduro. As ameaças se intensificam em um contexto de operações militares e apreensões de petroleiros próximos à costa do país.

EUA perseguem terceiro navio ligado à Venezuela amid escalada de tensões

Neste domingo (21/12), a Guarda Costeira dos EUA está em busca ativa de um navio petroleiro nas águas internacionais próximas à Venezuela, em meio a crescentes tensões na região. Este é o terceiro navio ligado à Venezuela a ser alvo da ação americana este mês, com duas apreensões já confirmadas. Autoridades informaram que a embarcação está sob ordem judicial devido à sua participação na evasão de sanções. Nicolás Maduro denunciou a campanha dos EUA como uma agressão e reafirmou a disposição do país em resistir, enquanto a marinha americana intensifica sua presença no Caribe.

Maduro convoca brasileiros a apoiarem a Venezuela em meio a tensões com os EUA

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, fez um apelo em programa de televisão para que brasileiros saiam às ruas em apoio ao país vizinho, invocando um apelo pela paz e soberania. Durante a transmissão, segurando um boné do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, declarou: “A luta continua”, e enfatizou a necessidade da união entre os povos em meio à crescente tensão com os Estados Unidos. O governo dos EUA intensificou ataques a embarcações suspeitas de tráfico de drogas, ampliando a situação de conflito na região. Maduro busca apoio internacional diante das ações adversas.

Maduro convoca brasileiros a apoiar a Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, fez um apelo para que os brasileiros saiam às ruas em apoio à paz e soberania venezuelanas durante um programa de televisão, enquanto recebia um boné do MST. Misturando português e espanhol, ele proclamou que 'a vitória pertence à Venezuela' e agradeceu aos brasileiros e ao MST pela unidade entre os povos. Essa declaração surge em meio aos ataques dos Estados Unidos a embarcações, que já resultaram em 87 mortes, enquanto o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, se ofereceu para mediar a situação.

Maduro defende luta armada como caminho para a paz na Venezuela

Durante sua participação no programa de rádio 'Con Maduro de Repente', Nicolás Maduro reafirmou a soberania da Venezuela e destacou o apoio da China em meio a crescentes tensões na região. Ele declarou que, se necessário, a luta armada seria uma defesa pela paz e pela pátria, enquanto tocava um metalofone. Seus comentários coincidem com atividades militares dos EUA no Caribe e no Pacífico, que incluem ataques a supostos barcos de narcotráfico. O regime de Maduro nega as acusações de envolvimento com o tráfico de drogas, enfatizando o apoio diplomático da China.

Joesley Batista tenta convencer Maduro a renunciar em viagem secreta à Venezuela

Joesley Batista, bilionário da JBS, realizou uma viagem à Venezuela com o objetivo de persuadir Nicolás Maduro a renunciar, seguindo um pedido de Donald Trump. Apesar de não representar oficialmente os Estados Unidos, ele buscou intermediar as tensões entre os dois países. Esta visita, ocorrida em meio a severas pressões americanas sobre o governo venezuelano, não foi comentada pela JBS ou pela Casa Branca. As autoridades estavam cientes da viagem de Batista, que se reuniu com Maduro após uma conversa entre o líder venezuelano e Trump, que reforçou a necessidade de transição de poder no país.

Trump intensifica pressão sobre Maduro após descumprimento de ultimato

O presidente dos EUA, Donald Trump, avaliou novas formas de pressionar a Venezuela após Nicolás Maduro descumprir um ultimato para deixar o país. Maduro, que pediu anistia e a remoção de sanções, conversou com Trump, que se reuniu com assessores para discutir a situação. Embora tenha negado a proposta de Maduro, o prazo expirou sem medidas efetivas por parte do líder venezuelano. Trump anunciou o fechamento do espaço aéreo da Venezuela e enfatizou a urgência da situação. Maduro, por sua vez, reafirmou sua lealdade ao país durante um evento a favor do Partido Socialista.

Trump ofereceu refúgio a Maduro, diz senador republicano

O senador republicano Markwayne Mullin revelou que o ex-presidente Donald Trump ofereceu ao ditador venezuelano Nicolás Maduro a oportunidade de deixar o país, com refúgio em uma nação aliada, como a Rússia. Em entrevista à CNN, Mullin destacou que, embora Trump não tenha anunciado ações militares explícitas contra Maduro, a intenção de iniciar operações terrestres no combate ao narcotráfico foi mencionada. Aumentando as tensões, o governo dos EUA advertiu sobre o fechamento do espaço aéreo venezuelano, resultando em cancelamentos de voos, enquanto uma mobilização militar foi observada no Mar do Caribe, próximo à Venezuela.

Trump anuncia ofensiva terrestre contra tráfico de drogas da Venezuela

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a iminente ofensiva terrestre contra o tráfico de drogas vinculado à Venezuela, com foco em organizações que tentam enviar substâncias ilícitas para os EUA. Ele elogiou o papel das forças armadas, afirmando que já bloquearam 85% dos envios marítimos de drogas. A Casa Branca considera as operações em terra mais simples e segue determinada a intensificar sua atuação. Trump também dirigiu uma mensagem clara aos traficantes: “Parem de enviar veneno para o nosso país”. A situação é complexa, com tensões entre os EUA e o governo de Nicolás Maduro na Venezuela.

Trump sinaliza diálogo com Maduro e não descarta intervenção militar

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira, 17, que pretende dialogar com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Durante uma coletiva, Trump expressou preocupação com a situação do país sul-americano, destacando que Maduro não tem sido benéfico para os norte-americanos. Ele também não descartou a possibilidade de enviar tropas dos EUA para a Venezuela, em meio a uma mobilização militar no Caribe em combate ao narcotráfico, a qual foi considerada pela Venezuela como uma tentativa de desestabilizar o governo de Maduro, acusado de liderar uma organização terrorista.

Trump sinaliza abertura para dialogar com Maduro amid tensions

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou estar aberto a conversas com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em meio à crescente pressão militar de Washington sobre o regime venezuelano. Em uma entrevista, Trump mencionou que poderia haver diálogos enquanto mantinha a pressão sobre Maduro, que é acusado de liderar uma organização de narcotráfico, o Cartel de los Soles. O secretário de Estado, Marco Rubio, anunciou que essa organização seria designada como uma “organização terrorista estrangeira”. As ações dos EUA incluem ataques a embarcações ligadas ao tráfico de drogas no Caribe, resultando em várias mortes.

Trump sinaliza decisão iminente sobre ações militares na Venezuela

O presidente dos EUA, Donald Trump, indicou que uma decisão sobre possíveis ações militares contra a Venezuela pode ser anunciada em breve. Durante uma entrevista, Trump afirmou que já tem uma ideia formada, mas não revelou detalhes. Esta declaração ocorreu em meio a um aumento da presença militar americana no Caribe, com a movimentação de aviões e embarcações de guerra para a região. Trump enfatizou que não busca uma mudança de regime, apesar das tensões com o presidente venezuelano Nicolás Maduro, que acusa Trump de tentar derrubá-lo. As ligações ao narcotráfico também foram mencionadas.

Maduro busca diálogo com EUA sob condições de participação do chavismo

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, está disposto a dialogar com os Estados Unidos, contanto que haja garantias de participação do chavismo em uma potencial transição política, além de anistia para seus membros. Recentemente, o governo enfrenta uma intensa pressão militar norte-americana, que intensificou suas operações no Caribe sob a justificativa de combate ao narcotráfico. Maduro já solicitou apoio de aliados como China, Rússia e Irã devido às avançadas tropas dos EUA. A administração Trump considera, ainda, ataques diretos sobre instalações militares venezuelanas, aumentando a incerteza na relação entre os países.

Maduro acusa EUA de criar uma guerra contra a Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou os Estados Unidos de estarem 'inventando uma guerra' contra seu país, à medida que o governo americano aumentou sua presença militar no Caribe. Com o envio de navios de guerra, aviões de combate e tropas, Maduro afirmou que o objetivo real é derrubá-lo, apesar das justificativas de combate ao narcotráfico. Desde setembro, operações resultaram na destruição de lanchas de tráfico de drogas. O presidente declarou que a Venezuela é livre da produção de cocaína e criticou as narrativas dos EUA como 'falsas' e 'extravagantes'.

Trump intensifica operações contra Maduro na Venezuela

O governo dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, está se preparando para uma série de ações na costa da Venezuela que podem levar à queda de Nicolás Maduro. De acordo com um documento confidencial do Washington Post, a CIA recebeu autorização para realizar operações secretas, visando “ações agressivas” contra o governo venezuelano. Embora não especifique a derrubada de Maduro, as medidas poderiam contribuir para esse objetivo. Além disso, uma força militar está ativa no Mar do Caribe, supostamente para combater o tráfico de drogas, mas Caracas vê essas ações como tentativas de invasão.

Maduro mobiliza Venezuela contra ameaça dos EUA com estratégia militar inovadora

Em resposta a uma possível ofensiva militar dos Estados Unidos, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, ordenou a mobilização de civis e militares para a defesa do país. Com os EUA atacando navios venezuelanos no Caribe, o governo intensificou a comunicação sobre defesa nacional. Treinamentos de civis com armamentos antitanques estão sendo realizados para preparar a população contra uma potencial invasão. Maduro ressaltou a importância de unir esforços contra um inimigo principal, inspirando-se em estratégias de guerra assimétrica de líderes históricos como Ho Chi Minh, adaptadas à realidade venezuelana atual.

Tensão entre EUA e Venezuela: Trump anuncia ataque ao submarino de Maduro

Donald Trump anunciou um ataque a um submarino venezuelano, afirmando que Nicolás Maduro ofereceu 'tudo' para evitar um conflito. Os Estados Unidos intensificaram sua presença militar no Caribe, com mais navios de guerra e ataques a embarcações ligadas ao narcotráfico, resultando em 27 mortes. Maduro, que rejeitou negociações sobre sua saída, afirmou que o governo americano busca uma mudança de regime para assumir as reservas de petróleo da Venezuela. Recentemente, Maduro também promoveu exercícios militares em áreas fronteiriças com a Colômbia, respondendo às ameaças de Washington sobre intervenções diretas na região.

Maduro responde a ataque dos EUA com exercícios militares nas favelas

Após um ataque dos Estados Unidos a um barco perto da Venezuela, Nicolás Maduro ordenou na quarta-feira, 15, exercícios militares em favelas do país, em resposta ao que classificou como ameaça à estabilidade regional. A ofensiva norte-americana já resultou em 27 mortes desde 2 de setembro. Em mensagem no Telegram, Maduro anunciou que ativaria toda a força militar, policial e de defesa popular. O governo informou que a mobilização é parte de uma ofensiva permanente contra a agressão dos EUA, que enviaram navios de guerra ao Caribe sob a alegação de combater o tráfico de drogas.

Trump intensifica pressões na Venezuela com ações secretas da CIA

O presidente dos EUA, Donald Trump, autorizou a CIA a realizar ações secretas na Venezuela, visando derrubar Nicolás Maduro, conforme reportagem do New York Times. Fontes anônimas confirmaram que a autorização permite operações letais e outras ações no Caribe. Enquanto isso, a tensão na América Latina aumenta com recentes ataques a embarcações, resultando em mortos. Em resposta, Maduro ordenou exercícios militares em várias comunidades. A China se opõe à intervenção dos EUA e pede que se respeitem os assuntos internos da Venezuela. A Casa Branca ainda não reconhece Maduro como presidente e promete recompensas pela sua captura.

Maduro propõe diálogo com EUA após ataque a barco na Venezuela

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, propôs iniciar diálogos diretos com o governo dos EUA após um ataque americano a um barco venezuelano, que, segundo Donald Trump, transportava traficantes de drogas. Em uma carta ao presidente americano, Maduro rejeitou as alegações de envolvimento da Venezuela no tráfico, afirmando que apenas 5% das drogas colombianas passam por seu país e que 70% foram neutralizadas. Ele expressou esperança de que, juntos, possam desmentir as falsidades que prejudicam suas relações, destacando a continuidade de deportações de imigrantes. A carta foi datada de 6 de setembro, após o ataque.

Maduro avisa que Venezuela está pronta para luta armada contra os EUA

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou a presença de oito navios militares dos Estados Unidos, armados com 1.200 mísseis, focados em seu país, em resposta a uma operação antinarcóticos do governo americano no Caribe. Durante uma coletiva em Caracas, ele declarou que essa ameaça representa uma das mais significativas nos últimos cem anos no continente. Além disso, Maduro afirmou que está preparado para entrar em “luta armada” se seu território for invadido. Ele também mobilizou 4,5 milhões de milicianos e despachou tropas para a fronteira com a Colômbia, intensificando a tensão militar na região.

Maduro mobiliza milicianos após chegada de navios dos EUA ao Caribe

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, intensificou suas atividades em bases militares do país em resposta à recente chegada do cruzador USS Lake Erie, da Marinha dos EUA, ao Caribe. Com o aumento da presença militar americana na região, Maduro convocou 4,5 milhões de milicianos para garantir a proteção do território venezuelano. Em um vídeo divulgado, ele é aclamado por milhares de militares. Além disso, o governo acussou os EUA de violar tratados internacionais. Maduro afirmou que a situação representa uma ameaça sem precedentes e anunciou operações de patrulhamento com navios e drones na fronteira com a Colômbia.

Maduro afirma que Venezuela está pronta para defender sua soberania contra ameaças externas

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou que não existe possibilidade de uma invasão externa após os Estados Unidos enviarem cinco navios de guerra e cerca de 4 mil militares ao Caribe, em operações contra o narcotráfico. Maduro considera essa movimentação uma ameaça ao país, especialmente com o aumento da recompensa oferecida por Washington pela sua captura. Em resposta, Maduro enfatizou a força e a preparação das forças venezuelanas para defender a soberania nacional e convocou novos alistamentos na Milícia Bolivariana, um grupo militar formado principalmente por civis ideologicamente engajados.

Maduro convoca povo para alistamento militar contra ameaças dos EUA

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, convocou um alistamento de milicianos, reservistas e da população neste fim de semana, citando a necessidade de repelir as ameaças dos Estados Unidos. Esta convocação surge após o aumento da recompensa de 50 milhões de dólares por informações que levem à sua captura, além da recente operação antinarcóticos dos EUA na região. Maduro, em seu apelo, enfatizou a rejeição do imperialismo e a busca pela paz na Venezuela. As jornadas de alistamento acontecerão em quartéis, praças públicas e bases populares de defesa ao longo do país.

Maduro mobiliza 4,5 milhões de milicianos em resposta a ameaças dos EUA

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, anunciou a mobilização de 4,5 milhões de milicianos em resposta às supostas ameaças dos Estados Unidos. Esta decisão ocorre após o governo de Donald Trump aumentar a recompensa para informações que possam levar à captura de Maduro, além de lançar uma operação antidrogas com militares no Caribe. Em um discurso transmitido pela televisão, Maduro afirmou que ativará um plano especial para garantir segurança em todo o território nacional, destacando que as milícias estariam preparadas e armadas para enfrentar as dificuldades propostas por essa renovação das ameaças estrangeiras.

EUA oferecem recompensa de US$ 25 milhões por informações sobre Maduro

A Administração de Repressão às Drogas dos EUA (DEA) anunciou uma recompensa de US$ 25 milhões por informações que possam levar à prisão ou condenação do presidente venezuelano Nicolás Maduro, acusado de associação com o crime organizado e de envolver-se em atividades terroristas. O governo norte-americano classifica Maduro como membro do 'Cartel de Los Soles', uma organização criminosa. Além dele, o DEA também busca informações sobre outros altos oficiais venezuelanos, como Diosdado Cabello e Vladimir Padrino López, reforçando a pressão sobre o regime de Maduro e o combate ao narcotráfico na região.

Venezuelanos se abstêm em eleições questionadas e Maduro proclama vitória

O regime de Nicolás Maduro alega ter obtido uma 'grande vitória' nas eleições regionais e parlamentares realizadas na Venezuela, mas a participação foi alarmantemente baixa, com a oposição afirmando que mais de 85% dos eleitores se abstiveram. A líder opositora María Corina Machado chamou o evento de 'nova derrota' para Maduro e pediu às Forças Armadas para garantirem uma transição pacífica. Enquanto o Conselho Nacional Eleitoral declarou uma participação de 42,63%, dados independentes mostram que a votação real foi de apenas 12,56%. O chavismo alega vencer 23 dos 24 estados novamente, mas a situação é crítica.

Eleições na Venezuela: Chavismo espera vitória em meio a abstenção da oposição

Os venezuelanos estão votando neste domingo (25) nas eleições para governadores e parlamentares, com expectativa de vitória do chavismo, após abstenção da oposição. Mais de 21 milhões de eleitores estão registrados para decidir os 285 deputados da Assembleia Nacional e 24 governadores, incluindo representação do novo estado de Esequibo, em disputa com a Guiana. A taxa de participação é projetada em apenas 16%, com detecções de mais de 70 opositores por sabotagem. Enquanto Maduro denuncia conspirações, uma fração da oposição convoca a não participação, enquanto a Guiana critica o pleito como uma ameaça.

Forças armadas fazem exercício militar na fronteira com a Venezuela

As Forças Armadas do Brasil escolheram a fronteira com a Venezuela para realizar o maior exercício militar do ano, com a finalidade de testar a logística e a prontidão das tropas. Este exercício é um aviso ao governo de Nicolás Maduro, que, nos últimos anos, tomou ações expansionistas, como a proposta de anexação da Guiana. Em 2023, o Exército enfrentou dificuldades no envio de blindados para a região, levando a necessidade de ajustes logísticos. O exercício contará com a participação de diversas unidades e pode ser impactado pela falta de recursos financeiros.

Marina Silva critica reeleição de Maduro e destaca luta pela democracia na Venezuela

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, criticou o governo de Nicolás Maduro após a reeleição contestada dele em julho de 2024. Segundo Marina, Edmundo González, candidato da oposição, teve uma vitória acachapante, mas Maduro assumiu por controlar todas as instituições do país. Ela comentou a situação em publicação nas redes sociais, afirmando que a luta pela democracia na Venezuela é histórica, e que a comunidade internacional, especialmente as democracias americanas, deveria exigir o respeito aos direitos humanos e eleições justas, definindo a luta entre democracia e autoritarismo como crucial.

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